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Nossa história

Quem somos/ Como funciona um Colaboratório?

O Colaboratório de Interculturalidades, Inclusão de Saberes e Inovação Social (COLINS) foi fundado em 2018, a partir da demanda de pesquisadores de várias áreas do conhecimento, atuantes na Universidade Federal do Pará, Campus de Castanhal. O objetivo principal deste grupo de pesquisas é promover a integração colaborativa (inclusão de saberes) entre a academia e as comunidades autóctones, considerando-se seus saberes e práticas culturais em interação, nos espaços e paisagens de ocorrência. Se um laboratório científico é o espaço com instalações, equipamentos e produtos a serem manipulados, com certo controle, para exames e experiências verificáveis relativas à constância, à predominância e à relevância dos fenômenos naturais e sociais estudados, no caso de um Colaboratório, para além de destas características, o acento também recai nos fenômenos e experiências de caráter sócio-interativo, quando há a presença de práticas e valores em contato (interculturalidades), oriundos de grupos culturais diferentes e em disputa pela hegemonia, gerando saberes, por vezes excludentes, por vezes complementares, acerca do ambiente e das relações socioculturais, refletidos em patrimônio material e imaterial de afirmação identitária e de lutas
e acordos pelo poder. Em nosso caso, o material prioritário serão as práticas e saberes culturais, objetivados em mitos e rituais, em instrumentos domésticos e de trabalho, em formas de organização social, que revelam as concepções de mundo e possibilidades de tradução cultural, ou mesmo de ampliação do escopo de culturas em contato. Portanto, no colaboratório agem atores com práticas distintas, na objetivação de construção de um saber interdisciplinar, intercultural e intersemiótico, que promova o protagonismo de comunidades autóctones na busca da diversificação da sobrevivência e da gestão socioambiental, gerando modos de produzir que equalizem as relações de poder na sociedade (inovação social), com vistas ao desenvolvimento sustentável para o Bem-estar Social e o Bom Viver.

Coordenação: Prof. Dr. José Guilherme Fernandes| Prof. Dr. Daniel Fernandes.

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Nossas pesquisas

No que acreditamos

O método de pesquisa mais afinado a um Colaboratório deve ser a pesquisa colaborativa, que se encaminha para ações de transformação ou de minimização de problemas socioambientais e culturais. A nosso ver, a pesquisa colaborativa pode instaurar a solidariedade criativa, conduzindo-nos para a inovação social como estratégia para dar resposta a um problema de ordem social (de intraclasse ou interclasse, de hegemonia e identidade, de práticas de bem estar e bom viver), que atinge amplos segmentos de grupos em contato, através da participação e colaboração de saberes (interdisciplinaridade) e de atores (interculturalidade), amainando-se a noção de propriedade intelectual, para uma maior eficácia da ação. Esta atitude gera inovações em produtos, serviços, modos de organização, de distribuição, em áreas diversas da sociedade, como o envelhecimento, a pobreza, a exclusão, a exclusão de atores e saberes de origem diversa.

Pesquisa colaborativa

A partir da consciência que produzir o conhecimento é, ato contínuo, uma ação na sociedade e em suas práticas e valores, podemos trazer à baila o fato da governança da pesquisa, pois a pesquisa colaborativa coloca em cena a partilha de muitos interesses e as consequentes formas de participação entre os atores acadêmicos ou praticantes/usuários, em povos e comunidades autóctones: estes últimos já não se bastam como meros objetos para o estudo dos primeiros, também querem e podem co-produzir os conhecimentos, por isso a pesquisa colaborativa não deve ser vista somente visando a um produto final, mas como um processo e um bem comum.

LINHAS DE PESQUISA

LINHA 1 – ANTROPIZAÇÃO E TERRITORIALIDADES: MODOS DE SER E ESTAR


Realizar estudos e pesquisas relacionados aos processos de transformação do meio ambiente pelo humano, considerando-se o ethos e o habitus de cada grupo social e a consequente modificação construtiva ou destrutiva levada a efeito para a garantia de sua sobrevivência biofísica e socioantropológica. Estes processos estão vinculados às práticas coletivas dos grupos para ocupar, usar, controlar e se identificar com o território em que se estabelecem, em modos de se constituir e de se representar, para manter a vitalidade social, a viabilidade econômica e a validade política, possibilitando o bem-estar e o bom-viver em comunidades autóctones.


LINHA 2 – TECNOLOGIAS AMBIENTAIS E DESENVOLVIMENTO LOCAL: MODOS DE FAZER E PODER


Realizar estudos e pesquisas relacionadas aos produtos gerados por diferentes grupos sociais para se estabelecerem em diversos espaços e ambientes que ocupam, em interação com os demais grupos, promovendo a construção de técnicas e tecnologias que implicam na degradação, na conservação ou na preservação ambientais. As tecnologias ambientais devem fornecer soluções para mitigar e compensar impactos socioambientais destrutivos, de um lado, e promover, de outro, o protagonismo de comunidades autóctones na inovação e na diversificação da economia circular e da gestão ambiental, gerando modos de produzir que equalizem as relações de poder na sociedade.

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ponte

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membros-do-grupo

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Protesto de rua

Protesto de rua

prof.guilherme

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contação

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Pesquisa de livros na biblioteca

Pesquisa de livros na biblioteca

Image by Vinicius Löw

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Prof.Daniel

Prof.Daniel

Image by Dieny Portinanni

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